Diabetes
A redução da sensibilidade e as alterações da circulação aumentam o risco de lesões nos pés e dificultam a cicatrização.
O tratamento precoce e o seguimento regular ajudam a evitar infecções graves, amputações e outras complicações.
São feridas que permanecem abertas durante várias semanas ou apresentam dificuldade de cicatrização. Podem surgir associadas a doenças crónicas, alterações da circulação, pressão prolongada ou traumatismos complexos.
A redução da sensibilidade e as alterações da circulação aumentam o risco de lesões nos pés e dificultam a cicatrização.
Hipertensão e problemas venosos ou arteriais podem reduzir a chegada de sangue e nutrientes aos tecidos.
A pressão prolongada sobre a pele pode provocar úlceras, sobretudo em pessoas acamadas ou com deficiência.
Lesões extensas, cirurgias e infecções podem originar feridas de evolução lenta e exigir tratamento especializado.
A pele mais frágil, a menor mobilidade e doenças associadas podem aumentar o risco de complicações.
Cada ferida tem uma causa e um tratamento próprios. O diagnóstico correcto orienta os pensos e terapias adequados.
A observação diária da pele e o controlo das doenças crónicas são fundamentais para detectar lesões antes de se tornarem graves.
Crianças, idosos, pessoas com deficiência, doentes acamados e pessoas com diabetes ou doença vascular necessitam de vigilância e apoio permanentes.
Verifique diariamente a pele e procure alterações de cor, temperatura, sensibilidade ou pequenas lesões.
Organize a casa e os cuidados para reduzir quedas, pressão prolongada e outros riscos de lesão.
Procure assistência médica aos primeiros sinais de agravamento. Não espere que a ferida se torne extensa.